A IoT está entrando em uma nova era estratégica. As condições de mercado estão mudando, a IA está acelerando, e as empresas estão reavaliando o que realmente é necessário para ter conectividade confiável e escalável. O Relatório de Previsões de IoT 2026 da Eseye vai direto ao ponto com cinco visões de especialistas que destacam onde os líderes de IoT devem concentrar seus esforços a seguir. Esses insights são essenciais porque as decisões tomadas nos próximos dois anos vão determinar se as organizações construirão uma vantagem competitiva ou enfrentarão riscos operacionais.
Este não é um ano de pequenos ajustes.
É um ano de mudança estrutural.
O design dos dispositivos, os modelos de conectividade e as estratégias de implantação global precisam se adaptar a um mundo cada vez mais fragmentado.
Um cenário celular global mais dividido
Adam Hayes, COO da Eseye, destaca uma mudança de longo prazo que agora se consolida como um desafio muito importante. As diferenças regionais no grau de desenvolvimento das redes estão aumentando, criando um ambiente mais complexo para dispositivos de longa vida útil. Os mercados dos EUA e da APAC (que inclui países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Austrália, entre outros) avançam rapidamente para ecossistemas celulares de próxima geração, enquanto a Europa enfrenta restrições que retardam este alinhamento.
Para os líderes de IoT, isso significa que as estratégias globais de dispositivos precisam considerar tanto a compatibilidade com tecnologias legadas quanto a preparação para o futuro. Designs multi-RAT (que podem usar vários tipos de conexão sem fio, como celular, Wi-Fi, Bluetooth, LoRaWAN e outras), capacidade de eUICC (para eSIM) e uma gestão de conectividade flexível tornam-se salvaguardas essenciais. Leia a previsão completa de Adam para entender como esse novo ponto de vista influenciará roadmaps de produtos e modelos comerciais na próxima década.
Um caminho comercial mais claro para o 5G FWA
Tony Byrne, CEO da Eseye, foca no crescimento do Fixed Wireless Access (FWA) como uma opção de conectividade prática e escalável para empresas. O 5G FWA ganha destaque por atender casos de uso que exigem alta performance onde faltam disponibilidade e estabilidade de redes cabeadas.
O que muda em 2026 é o modelo de serviço referente ao FWA. Operadoras que desejam ampliar a receita corporativa precisarão oferecer mais do que conectividade básica. Será necessário entregar serviços gerenciados que integrem hardware, cobertura global e suporte em uma solução única e coesa.
Para quem está avaliando FWA, este guia oferece um bom panorama.
Operadoras encaram um momento estratégico decisivo
Ian Marsden, cofundador e CTO da Eseye, identifica um ponto de virada claro para as operadoras de redes móveis (MNOs). A economia tradicional da IoT já não se alinha às plataformas legadas e às estruturas de custo existentes. Como resultado, as operadoras precisam decidir se vão escalar IoT por meio de parcerias especializadas ou se irão se retirar do segmento para se concentrarem totalmente nos serviços principais ao consumidor.
Os compradores corporativos sentirão o impacto dessas escolhas. Algumas operadoras fortalecerão suas ofertas de IoT, enquanto outras reduzirão o foco nessa categoria. Compreender a direção estratégica do ecossistema de operadoras torna-se parte fundamental da mitigação de riscos em implantações globais.
O verdadeiro significado do SGP.32 para as empresas
Paul Marshall, cofundador e CCO da Eseye, analisa as implicações operacionais do novo padrão SGP.32. Muitas organizações enxergam o SGP.32 como um caminho para maior autonomia, mas a realidade é bem mais complexa. Gerenciar múltiplos perfis de operadoras, testar perfomance global e manter níveis de serviço consistentes exige recursos que vão além da capacidade da maioria das equipes internas.
O relatório explica por que o SGP.32 vai acelerar a demanda por serviços de IoT gerenciados, que simplificam a integração e criam um ponto único de controle. Para uma introdução prática ao SGP.32, veja aqui.
Preparando-se para a ascensão do AIoT perceptivo
Nick Earle, Chairman Executivo da Eseye, explora como as empresas estão começando a confiar em sistemas de IA autônomos que atuam com base em dados do mundo físico em tempo real. Essa mudança exige fluxos de dados de IoT confiáveis, nos quais os agentes de IA possam realmente confiar. À medida que esses sistemas escalam, a qualidade dos dados de IoT torna-se central para o desempenho dos negócios.
Este é o início de um novo paradigma de AIoT. A IoT deixa de ser apenas uma fonte de telemetria e passa a ser um motor estratégico que sustenta automação inteligente, eficiência operacional e decisões preditivas. As organizações que se prepararem agora para essa transição conquistarão uma vantagem competitiva mensurável.
Próximo passo
Essas cinco Previsões de IoT para 2026 oferecem uma visão clara das forças estratégicas que estão remodelando o setor. Elas também funcionam como um guia prático para líderes que lidam com implantações globais, variabilidade regulatória, novos padrões e o avanço das demandas de IA.
Se você busca uma análise mais profunda e recomendações práticas, faça o download do relatório completo.
Baixe o Relatório de Previsões Globais de IoT 2026.